Envolverei os feridos como casulos
Contarei e enterrarei os mortos
Deixarei suas almas a vagar no orvalho
E incensarei meu caminho
As carruagens balançam,são berços.
E eu,abandonando esta pele
De velhas ataduras,irei a seu encontro,
Saindo do carro negro
Puro como um bebe.
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