terça-feira, 16 de agosto de 2011

Abra o seu coração

Abra o seu coração
E deixe brilhar em você
A luz do amor
Que em seu olhar eu possa ver
Um novo dia nascer
No brilho do sol, e nas ondas do mar
No azul anil do céu, gaivotas a voar
No perfume de uma flor
Que acaba de brotar
Sinta em toda parte a vida a lhe chamar
Pra ser feliz então
Abra o seu coração

sábado, 13 de agosto de 2011

Os Caçulas - A Chuva Que Cai - 1968.

Esta musica faz parte da minha adolecencia a melhor epoca da minha vida e da minha historia

Tudo isto e muito mais

TUDO ISSO E UM POUCO MAIS... ♥


Hoje eu voarei !


Talvez hoje eu crie asas...


E voe!


Muito mais do que altura, quero sentir a liberdade!


Planarei sobre o oceano de emoções que me habita e o universo que me assusta.


Verei as coisas por cima e abrirei os braços para o espaço vazio que há em meu peito.


Darei rodopios e mergulharei de cabeça na felicidade.


Sob minhas asas, levarei todo o amor que nelas couber e me sentirei leve como pluma.


Ah, sim... Hoje eu voarei !


E feliz da vida pousarei no que há de mais belo dentro de mim:


A Vida !

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

domingo, 7 de agosto de 2011

Poema da arvore

Como a arvore ornamenta
Com tanto encanto a paisagem
Cantam-lhe as aves nos ramos
Porem entre a verde fôlhagem

Esta ri nos roseos pomos
Elemento o que colhemos
Sugando os seios da terra
Bebendo a chuva do ceu

Eu te amo arvore bela
Para o alto sempre erguida
Inspiradora dos poetas
E protetora da vida

Esta poesia faz da minha infancia, da minha e da minha historia

Poesia do meu primeiro livro de leitura 1964 belos tempos, belos dias.

Eramos quatro num quarto!

Eramos quatro num quato
Paulo, Erasmo Guta e eu
Quarteto de alegres sonhos
Ate que Erasmo morreu

Paulo era forte e bonito
Mais forte Que Guta e eu
Sobre ele tambem a morte
Como um raio se abateu

Ficamos dois eu e Guta
Outros vivem mar alem
Mas o certo e que conosco
Veio morar mais alguem

Veio morar a saudade
Que so nos falou depois
Que eramos quatro num quarto
Mas agora so somos dois

De Gióia Junior (Oração do cotidiano: Pag. 136)

Esta poesia faz parte da minha vida, da minha infancia e da minha história.