
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
Falando de mim
Eu não sei porque gosto de poesias tristes ,que mostram sempre a dor e a triteza .
Apesar de ter passado por coisas muito tristes ,Não sou nem amarga ,nem triste ,Acho que sou rasoavelmente feliz ,tenho muitas lembranças da infancia ,boas e ruins ,assim como tenho da juventude ,,Sou um pouco melancolica ,mais procuro sempre recordar as coisas boas e esquecer as runis .Amo apaixonadamente ,o Miguel, o Gustavo e a mocinha Naiara que cresceu comigo ,meus netos minha vida ,Eu e o Miguel temos um relacionamento igual ,ao que eu tinha com a minha vó.Dormimos juntos .Conto para ele as historias que minha vó me contava ,tento fazer o mesmo feijãzinho que a Mãe Marta fazia para mim .O gustavo é ainda muito pequeno mais sei que teremos o mesmo amor um pelo outro .
A Naiara é a primogemita,neta do coração a que já veio grandinha ,vou falar muito dela .
Apesar de ter passado por coisas muito tristes ,Não sou nem amarga ,nem triste ,Acho que sou rasoavelmente feliz ,tenho muitas lembranças da infancia ,boas e ruins ,assim como tenho da juventude ,,Sou um pouco melancolica ,mais procuro sempre recordar as coisas boas e esquecer as runis .Amo apaixonadamente ,o Miguel, o Gustavo e a mocinha Naiara que cresceu comigo ,meus netos minha vida ,Eu e o Miguel temos um relacionamento igual ,ao que eu tinha com a minha vó.Dormimos juntos .Conto para ele as historias que minha vó me contava ,tento fazer o mesmo feijãzinho que a Mãe Marta fazia para mim .O gustavo é ainda muito pequeno mais sei que teremos o mesmo amor um pelo outro .
A Naiara é a primogemita,neta do coração a que já veio grandinha ,vou falar muito dela .
RETRATO
Eu não tinha este rosto de hoje ,
Assim tão calmo,assim triste ,assim magro ,nem estes olhos tão vazios,
Nem o labio amargo ,
Eu não tinha estas mãos sem forças ,tão paradas,frias e mortas
Eu não tinha este coração que nem se mostra
eu não dei por esta mudança ,tão simples ,tão certa tão facil ,,
Em que espelho ficou perdida
A minha face.
Assim tão calmo,assim triste ,assim magro ,nem estes olhos tão vazios,
Nem o labio amargo ,
Eu não tinha estas mãos sem forças ,tão paradas,frias e mortas
Eu não tinha este coração que nem se mostra
eu não dei por esta mudança ,tão simples ,tão certa tão facil ,,
Em que espelho ficou perdida
A minha face.
Minha vovó Marta
Minha vó era bonita .Tinha os cebelos compridos ,pele morena,olhos grandes e escuros ,estatura pequena ,magra ,muito ativa .Me lembro muito bem dela ,Convivi com ela ate os cinco anos ,Quando viemos para SãoPaulo .Neste tempo de convivencia ,embora muito pequena guardei coisas aprendidas com ela para toda a minha vida ,eu amava muito a minha vó .
Ela não era chamada de vovó pelos netos, era ..Mãe Marta..Eu era feliz vivendo com ela ,ajudava na horta ,ajudava recoler os ovos ,ia com ela lavar roupa na bica,ia buscar lenha .
Eu adorava correr na sala do casarão,e ouvir o barulho das tabuas do assoalho ,amava estar com ela .Quando viemos embora sofri muito ,sentia falta da comida ,da conserva de repolho ,do feijãozinho que só ela sabia fazer .Quando fiz onze anos ela morreu ,não me lembro de ter chorado .Ja moramos na fazenda ,ela ainda não conhecia meu irmão,que já ia fazer um ano e minha mãe resolveu que iriamos leva-lo para que ela o conhecese.Não sabiamos que ela tinha morrido .Fomos .Chegamos na cidade era meio dia ,eu estava anciosa para chegar no sitio.No caminho encontramos uma pessoa que contou para minha mãe ,mas ela não falou nada .Chegamos .Vi de longe minha tia Terezinha ,desmanchando ,traveseiros,,,Atravesei o quintal e entrei ,ela não disse nada ,só chorou muito e eu entendi o que tinha acontecido .Até hoje me emociono quando recordo aquele dia ,talvez o mais triste de toda a minha vida.
Ela não era chamada de vovó pelos netos, era ..Mãe Marta..Eu era feliz vivendo com ela ,ajudava na horta ,ajudava recoler os ovos ,ia com ela lavar roupa na bica,ia buscar lenha .
Eu adorava correr na sala do casarão,e ouvir o barulho das tabuas do assoalho ,amava estar com ela .Quando viemos embora sofri muito ,sentia falta da comida ,da conserva de repolho ,do feijãozinho que só ela sabia fazer .Quando fiz onze anos ela morreu ,não me lembro de ter chorado .Ja moramos na fazenda ,ela ainda não conhecia meu irmão,que já ia fazer um ano e minha mãe resolveu que iriamos leva-lo para que ela o conhecese.Não sabiamos que ela tinha morrido .Fomos .Chegamos na cidade era meio dia ,eu estava anciosa para chegar no sitio.No caminho encontramos uma pessoa que contou para minha mãe ,mas ela não falou nada .Chegamos .Vi de longe minha tia Terezinha ,desmanchando ,traveseiros,,,Atravesei o quintal e entrei ,ela não disse nada ,só chorou muito e eu entendi o que tinha acontecido .Até hoje me emociono quando recordo aquele dia ,talvez o mais triste de toda a minha vida.
Arvore e flores
Terra ,mãe das arvores e das flores ,
Recebe o teu corpo ,mas teu cerebro não será cinza,será luz
Teu coração não será pó ,
será arvore que agasalha .
Tu viveste repartindo infinitamente bondade
repartindo viveras nas flores ,nos ventos nas saudades ,,
Não morre quem nos outros vive ,não morre quem nos outros vive
Recebe o teu corpo ,mas teu cerebro não será cinza,será luz
Teu coração não será pó ,
será arvore que agasalha .
Tu viveste repartindo infinitamente bondade
repartindo viveras nas flores ,nos ventos nas saudades ,,
Não morre quem nos outros vive ,não morre quem nos outros vive
Epigrama numero nove
O vento voa
A noite toda se atordoa
A folha cai
Havera mesmo algum pensamento
Sobre esta noite?
Sobre esta folha que se vai ?
A noite toda se atordoa
A folha cai
Havera mesmo algum pensamento
Sobre esta noite?
Sobre esta folha que se vai ?
terça-feira, 20 de abril de 2010
Magoae perdão
Eu tinha cinco anos quando isto aconteceu ,e só fui perdoar este acontecimento ,quando meu pai morreu ,,,Fiquei doente .Estava muito mal .Meu pai me levou ao médico .Ele me examinou ,,eu estava muito mal .Muita febre ,dor de garganta ,,no final receitou ,doze injeções ,uma por dia ,,,Meu pai sabia que eu jamais tomaria as injeções,porque eu pulava até janela de carro de tanto medo ,sabia tambem que eu quria muito uma boneca de louça ,,então me chamou e falou...Se voce tomar todas as injeções ,eu compro a sua boneca .Tomei onze ,já ´não aguentava mais ,resolvi parar ,chorei muito estava toda roxa .Falei com voz de choro -papai eu não quero mais injeão,ele me olhou e disse, justo hoje que vamos comprar a boneca?me animei ,saimos de casa cedo e ele resolveu passar na loja que tinha a boneca .Chamou a moça que atendia ,e pediu para ver a boneca ,,peguei no colo ,ela era ainda mais linda do que eu pensava,,olhos verdes buchechas,rosadas,dormia chorava,,era linda .meu pai me olhou e disse_vamos tomar a ultima injeção e depois pasaremos para levar a boneca ,,mandou a moça embrulhar.tomei a injeção e voltamos por outro caminho ,,quando percebi o caminho errado perguntei-papai não vamos passar na loja levar a minha boneca?E ele me respondeu ,,,Depois ,depois ,nunca entendi men perdoei ,,passaram-se quarenta e cinco anos para que eu entendesse,,,que ele simplesmente não tinha dinheiro e eu precisava tomar as injeções.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Hoje é primeiro de abril ,quero colocar esta poesia ,não sei o autor ,mais quero dedica-la ao meu marido ,ele é inteligente o bastante para entender o que quero dizer . ,,,,,,GUITARRA,,,,,,,,,,,, punhal de prata já eras,punhal de prata!Nem foste tu que fizeste a minha mão insensata ,,,,,,,Vi-te brilhar entre as pedras!No cabo flores abertas No gume a medida exata ,A exata medida certa,punhal de prata para atravesar-me o peito ,com uma letra e uma data ,,,,,A maior pena que tenho ,punhal de prata não é de me ver morrendo ,mais de saber quem me mata ,,,,,
Assinar:
Comentários (Atom)


