segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
A arte de ser feliz
HOUVE um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nosdias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz. HOUVE um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.HOUVE um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, a às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz. HOUVE um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terraesfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma regra: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz. MAS, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Quarto vazio.
Em um quarto,quatro filhos,
Jóia de Gióia, o pastor
Que com amor lhes mostrava
O caminho do senhor,
Quatro irmãos unidos; guta,
Paulo, Erasmo e Rafael.
Para os quatro aquele quarto
Era um pedaço do céu.
Partiram Erasmo e Paulo.
Rafael, Guta também.
E naquele velho quarto
Hoje não resta ninguem.
Um a um, todos se foram,
Mas não partiram ao léu.
Deixaram vazio o quarto.
Reencontraram-se no céu.
Claudio Camargo Martins
Publicado no recanto das letras em 28/03/20010
Jóia de Gióia, o pastor
Que com amor lhes mostrava
O caminho do senhor,
Quatro irmãos unidos; guta,
Paulo, Erasmo e Rafael.
Para os quatro aquele quarto
Era um pedaço do céu.
Partiram Erasmo e Paulo.
Rafael, Guta também.
E naquele velho quarto
Hoje não resta ninguem.
Um a um, todos se foram,
Mas não partiram ao léu.
Deixaram vazio o quarto.
Reencontraram-se no céu.
Claudio Camargo Martins
Publicado no recanto das letras em 28/03/20010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Fazenda Tamboré,tambem faz parte da minha vida e da minha historia
Hoje quarenta anos depois ,com os olhos cheios de lagrimas,que as vezes até me atrapalha,achar as letras ,resolvi falar desta parte da minha vida.Fui morar na fazenda no ano de 1965,eu tinha 10 anos ,estava no segundo ano na escola.A escola era muito longe ,mas minha mãe resolveu que eu e minha irmã continuariamos,estudando.Dois anos passaram depresa.A fazenda era tão bonita,,as manhãs tão perfumadas ,e eu agora com quase 15 anos,tinha sonhos esperanças ,,não pensava que a vida escreveria uma triste historia que mudaria para sempre os rumos da minha vida ,Me lembro das pessoas,das ruas ,do meu jardim ,da minha casa amarela de janelas azuis ,do fogão de lenha que a mamãe acendia para esquentar a casa nas noites de inverno.chegou o ano de 1970,A fazenda já não era tão bonita ,a paisagem ficou cinzenta ,,tudo ficou triste ,tudo mudou.Mudamos. voltei la 25 anos depois.Minha casa não existia mais ,tudo tinha acabado.A fazenda virou condominio Tamboré,a casa grande virou shopping,a paizagem vestiu-se de cinza ,que saudade desta parte da minha vida ,da minha juventude que ficou tão longe.fazenda Tamboré voce, voce ainda é parte da minha vida e da minha historia.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
<< Rosas Brancas >>
Ao me despedir, para te deixar meu coração me diz que comigo vais ficar e as suas lagrimas vou enxugar cheio de amores vou, vou colher milhoões de rosas brancas para te entregar.
Vai o bom pastor, ver o seu amor
Leva consigo o amor e a nossa oração
Pois te amamos como o senhor
Quando voltares, vou colher milhões de rosas brancas para te entregar.
Quando a dor vier eu me lembrarei
Das tuas mãos de amor e em ti me guiarei
Para os caminhos que levam a ti
Junto de ti eu vou, vou colher milhões de rosas brancas para te entregar.
Lembranças da Missa do sétimo dia, do amigo Edson Igidio da silva
06/Abr./1980 Hrs: 10:00
Vai o bom pastor, ver o seu amor
Leva consigo o amor e a nossa oração
Pois te amamos como o senhor
Quando voltares, vou colher milhões de rosas brancas para te entregar.
Quando a dor vier eu me lembrarei
Das tuas mãos de amor e em ti me guiarei
Para os caminhos que levam a ti
Junto de ti eu vou, vou colher milhões de rosas brancas para te entregar.
Lembranças da Missa do sétimo dia, do amigo Edson Igidio da silva
06/Abr./1980 Hrs: 10:00
Pequenas coisas, Grandes Lembranças:
Querida Titia.!
As pequenas coisas parecem não ser nada, mas elas trazem a paz., assim são as flores do campo que acreditamos não terem perfume mas que juntas perfumam!
Nazareth não tenho mais nada no meu pensamento para dizer-lhe, apenas.....
FELIZ ANO NOVO
De sua sobrinha que te ama muito
Simone Lombardi.
29/Dez/87
FELICIDADES:
Esta cartinha eu recebi da minha sobrinha ,numa vespera de natal
As pequenas coisas parecem não ser nada, mas elas trazem a paz., assim são as flores do campo que acreditamos não terem perfume mas que juntas perfumam!
Nazareth não tenho mais nada no meu pensamento para dizer-lhe, apenas.....
FELIZ ANO NOVO
De sua sobrinha que te ama muito
Simone Lombardi.
29/Dez/87
FELICIDADES:
Esta cartinha eu recebi da minha sobrinha ,numa vespera de natal
sexta-feira, 21 de maio de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
Falando de mim
Eu não sei porque gosto de poesias tristes ,que mostram sempre a dor e a triteza .
Apesar de ter passado por coisas muito tristes ,Não sou nem amarga ,nem triste ,Acho que sou rasoavelmente feliz ,tenho muitas lembranças da infancia ,boas e ruins ,assim como tenho da juventude ,,Sou um pouco melancolica ,mais procuro sempre recordar as coisas boas e esquecer as runis .Amo apaixonadamente ,o Miguel, o Gustavo e a mocinha Naiara que cresceu comigo ,meus netos minha vida ,Eu e o Miguel temos um relacionamento igual ,ao que eu tinha com a minha vó.Dormimos juntos .Conto para ele as historias que minha vó me contava ,tento fazer o mesmo feijãzinho que a Mãe Marta fazia para mim .O gustavo é ainda muito pequeno mais sei que teremos o mesmo amor um pelo outro .
A Naiara é a primogemita,neta do coração a que já veio grandinha ,vou falar muito dela .
Apesar de ter passado por coisas muito tristes ,Não sou nem amarga ,nem triste ,Acho que sou rasoavelmente feliz ,tenho muitas lembranças da infancia ,boas e ruins ,assim como tenho da juventude ,,Sou um pouco melancolica ,mais procuro sempre recordar as coisas boas e esquecer as runis .Amo apaixonadamente ,o Miguel, o Gustavo e a mocinha Naiara que cresceu comigo ,meus netos minha vida ,Eu e o Miguel temos um relacionamento igual ,ao que eu tinha com a minha vó.Dormimos juntos .Conto para ele as historias que minha vó me contava ,tento fazer o mesmo feijãzinho que a Mãe Marta fazia para mim .O gustavo é ainda muito pequeno mais sei que teremos o mesmo amor um pelo outro .
A Naiara é a primogemita,neta do coração a que já veio grandinha ,vou falar muito dela .
RETRATO
Eu não tinha este rosto de hoje ,
Assim tão calmo,assim triste ,assim magro ,nem estes olhos tão vazios,
Nem o labio amargo ,
Eu não tinha estas mãos sem forças ,tão paradas,frias e mortas
Eu não tinha este coração que nem se mostra
eu não dei por esta mudança ,tão simples ,tão certa tão facil ,,
Em que espelho ficou perdida
A minha face.
Assim tão calmo,assim triste ,assim magro ,nem estes olhos tão vazios,
Nem o labio amargo ,
Eu não tinha estas mãos sem forças ,tão paradas,frias e mortas
Eu não tinha este coração que nem se mostra
eu não dei por esta mudança ,tão simples ,tão certa tão facil ,,
Em que espelho ficou perdida
A minha face.
Minha vovó Marta
Minha vó era bonita .Tinha os cebelos compridos ,pele morena,olhos grandes e escuros ,estatura pequena ,magra ,muito ativa .Me lembro muito bem dela ,Convivi com ela ate os cinco anos ,Quando viemos para SãoPaulo .Neste tempo de convivencia ,embora muito pequena guardei coisas aprendidas com ela para toda a minha vida ,eu amava muito a minha vó .
Ela não era chamada de vovó pelos netos, era ..Mãe Marta..Eu era feliz vivendo com ela ,ajudava na horta ,ajudava recoler os ovos ,ia com ela lavar roupa na bica,ia buscar lenha .
Eu adorava correr na sala do casarão,e ouvir o barulho das tabuas do assoalho ,amava estar com ela .Quando viemos embora sofri muito ,sentia falta da comida ,da conserva de repolho ,do feijãozinho que só ela sabia fazer .Quando fiz onze anos ela morreu ,não me lembro de ter chorado .Ja moramos na fazenda ,ela ainda não conhecia meu irmão,que já ia fazer um ano e minha mãe resolveu que iriamos leva-lo para que ela o conhecese.Não sabiamos que ela tinha morrido .Fomos .Chegamos na cidade era meio dia ,eu estava anciosa para chegar no sitio.No caminho encontramos uma pessoa que contou para minha mãe ,mas ela não falou nada .Chegamos .Vi de longe minha tia Terezinha ,desmanchando ,traveseiros,,,Atravesei o quintal e entrei ,ela não disse nada ,só chorou muito e eu entendi o que tinha acontecido .Até hoje me emociono quando recordo aquele dia ,talvez o mais triste de toda a minha vida.
Ela não era chamada de vovó pelos netos, era ..Mãe Marta..Eu era feliz vivendo com ela ,ajudava na horta ,ajudava recoler os ovos ,ia com ela lavar roupa na bica,ia buscar lenha .
Eu adorava correr na sala do casarão,e ouvir o barulho das tabuas do assoalho ,amava estar com ela .Quando viemos embora sofri muito ,sentia falta da comida ,da conserva de repolho ,do feijãozinho que só ela sabia fazer .Quando fiz onze anos ela morreu ,não me lembro de ter chorado .Ja moramos na fazenda ,ela ainda não conhecia meu irmão,que já ia fazer um ano e minha mãe resolveu que iriamos leva-lo para que ela o conhecese.Não sabiamos que ela tinha morrido .Fomos .Chegamos na cidade era meio dia ,eu estava anciosa para chegar no sitio.No caminho encontramos uma pessoa que contou para minha mãe ,mas ela não falou nada .Chegamos .Vi de longe minha tia Terezinha ,desmanchando ,traveseiros,,,Atravesei o quintal e entrei ,ela não disse nada ,só chorou muito e eu entendi o que tinha acontecido .Até hoje me emociono quando recordo aquele dia ,talvez o mais triste de toda a minha vida.
Arvore e flores
Terra ,mãe das arvores e das flores ,
Recebe o teu corpo ,mas teu cerebro não será cinza,será luz
Teu coração não será pó ,
será arvore que agasalha .
Tu viveste repartindo infinitamente bondade
repartindo viveras nas flores ,nos ventos nas saudades ,,
Não morre quem nos outros vive ,não morre quem nos outros vive
Recebe o teu corpo ,mas teu cerebro não será cinza,será luz
Teu coração não será pó ,
será arvore que agasalha .
Tu viveste repartindo infinitamente bondade
repartindo viveras nas flores ,nos ventos nas saudades ,,
Não morre quem nos outros vive ,não morre quem nos outros vive
Epigrama numero nove
O vento voa
A noite toda se atordoa
A folha cai
Havera mesmo algum pensamento
Sobre esta noite?
Sobre esta folha que se vai ?
A noite toda se atordoa
A folha cai
Havera mesmo algum pensamento
Sobre esta noite?
Sobre esta folha que se vai ?
terça-feira, 20 de abril de 2010
Magoae perdão
Eu tinha cinco anos quando isto aconteceu ,e só fui perdoar este acontecimento ,quando meu pai morreu ,,,Fiquei doente .Estava muito mal .Meu pai me levou ao médico .Ele me examinou ,,eu estava muito mal .Muita febre ,dor de garganta ,,no final receitou ,doze injeções ,uma por dia ,,,Meu pai sabia que eu jamais tomaria as injeções,porque eu pulava até janela de carro de tanto medo ,sabia tambem que eu quria muito uma boneca de louça ,,então me chamou e falou...Se voce tomar todas as injeções ,eu compro a sua boneca .Tomei onze ,já ´não aguentava mais ,resolvi parar ,chorei muito estava toda roxa .Falei com voz de choro -papai eu não quero mais injeão,ele me olhou e disse, justo hoje que vamos comprar a boneca?me animei ,saimos de casa cedo e ele resolveu passar na loja que tinha a boneca .Chamou a moça que atendia ,e pediu para ver a boneca ,,peguei no colo ,ela era ainda mais linda do que eu pensava,,olhos verdes buchechas,rosadas,dormia chorava,,era linda .meu pai me olhou e disse_vamos tomar a ultima injeção e depois pasaremos para levar a boneca ,,mandou a moça embrulhar.tomei a injeção e voltamos por outro caminho ,,quando percebi o caminho errado perguntei-papai não vamos passar na loja levar a minha boneca?E ele me respondeu ,,,Depois ,depois ,nunca entendi men perdoei ,,passaram-se quarenta e cinco anos para que eu entendesse,,,que ele simplesmente não tinha dinheiro e eu precisava tomar as injeções.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Hoje é primeiro de abril ,quero colocar esta poesia ,não sei o autor ,mais quero dedica-la ao meu marido ,ele é inteligente o bastante para entender o que quero dizer . ,,,,,,GUITARRA,,,,,,,,,,,, punhal de prata já eras,punhal de prata!Nem foste tu que fizeste a minha mão insensata ,,,,,,,Vi-te brilhar entre as pedras!No cabo flores abertas No gume a medida exata ,A exata medida certa,punhal de prata para atravesar-me o peito ,com uma letra e uma data ,,,,,A maior pena que tenho ,punhal de prata não é de me ver morrendo ,mais de saber quem me mata ,,,,,
segunda-feira, 15 de março de 2010
Estamos no verão ,março de 2o1o,hoje vou começar a escrever a minha historia .Historia que começou no ano de 1955 num dia de maio .Não sei escrever direito as palavras porque ,estudei pouco ,fiz o quarto ano primario ,com muito sacrificio .andava a pé ,duas horas até chegar na escola . vou tentar fazer tudo muito bonito .quero contar minha historia ,contar um pouco da minha infancia ,falar da minha vovó Marta que foi o primeiro amor da minha vida .tenho uma familia muito bonita e feilz ,sou muito amorosa ,faço tudo por todos ,amo os animais ,as plantas ,a natureza ,amo acima de tudo a Deus e a mim mesma ,porque se não me amar ,não poderei amar nada nem ninguem,,,quero falar dos meus netos ,meus filhos ,meus amigos ,meus sonhos ,enfim quero falar muito de mim mesma .quero falar tambem do meu hoje depois de tantas coisas que me aconteceram nestes muitos anos de vida .15 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010

Você é minha luz
Estrada meu caminho
Sem você não sei andar sozinho
Sou tão dependente de você
Chama que alimenta
O fogo da paixão
Chuva que molhou meu coração
Sou tão dependente de você...
Vem meu céu
Meu Pão de Mel
Meu bem querer!
Vem meu céu
Meu Pão de Mel
Meu bem querer!
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Esse amor!
É bom demais
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Esse amor!
Marcou demais
(Demais! Demais!)
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Esse amor!
Ficou em mim
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Esse amor!
Não vai ter fim...
Você é minha luz
Estrada meu caminho
Sem você não sei andar sozinho
Sou tão dependente de você
Chama que alimenta
O fogo da paixão
Chuva que molhou meu coração
Sou tão dependente de você...
Vem meu céu
Meu Pão de Mel
Meu bem querer!
Vem meu céu
Meu Pão de Mel
Meu bem querer!
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Esse amor!
É bom demais
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Esse amor!
Marcou demais
(Demais! Demais!)
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Esse amor!
Ficou em mim
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Esse amor!
Não vai ter fim...(2x)
Esse amor não vaiTer fim!
(Ah! Esse amor, Esse amor!)
Esse amor não vaiTer fim!
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